Desenho animado
>> sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Esses dias estava fazendo os rabinhos quando começou a passar o desenho da Pucca na TV. Nunca havia reparado, mas de repente quando apareceu o Garu (namoradinho da Pucca), achei que os rabinhos dele estavam parecidíssimos com os rabinhos da Melissa.
Claro que depois que reparei nisso fiquei com a idéia fixa de montar um LO mostrando tal semelhança. Mas juro que não prendo os cabelos dela tentando fazer com que ela fique parecida com ninguém.
Respondendo ao comentário da Akemi, sim eu uso o blog pra desabafar, posso parecer carrasca, intransigente e mãe desnaturada, mas descobri que nem tudo são flores quando se cria uma criança. Amor apenas não basta. Amo demais minha filha, mas ter paciência com as malcriações e birras dela é outra estória. Encontrar a melhor forma de fazer uma criança de 1 ano e meio entender o que é perigoso, o que é feio, o que não pode, é um caminho árduo e muitas vezes inglório. Sou a grande castradora do pedaço e estou aprendendo que amar não é ser permissiva. Existe uma linha tênue que divide tolerância de indiferença que eu ainda peno pra conseguir enxergar.
Uma vez li um relato muito interessante na revista Seleções. Foi no Brasil. A pessoa que relatou estava na fila de um super mercado, que estava lotado por sinal. Todo mundo já impaciente, claro. Tinha uma menina que pegava as compras do carrinho dos outros e colocava em outros carrinhos, pegava produtos das prateleiras e colocava nos carrinhos de todo mundo, às vezes pegava os carrinhos e levava pra longe... Todo mundo fazia cara de impaciente e olhava para a mãe esperando que ela tomasse alguma atitude. Nada. Até que uma hora foi pegar o carrinho de uma mulher que a repreendeu e falou: "Não faça isso menina!"
A mãe foi tomar satisfações indignada:" Não fale assim com ela. Nós estamos criando-a com muita liberdade." A mulher ficou envergonhada e abaixou a cabeça. Claro que a menina continuou fazendo as brincadeiras sem graça dela.
Até que uma hora foi mexer no carrinho de um senhor de uns 60 anos. Ele não falou nada, apenas pegou uma garrafa d'água, abriu e jogou na cabeça da menina quando ela foi pegar o carrinho. Obviamente a menina chorou e mãe foi correndo: "O que o senhor pensa que está fazendo?"
E ele respondeu: "Porque não posso fazer isso? Meus pais me criaram com muita liberdade."
Acho importantíssimo ensinar a criança que existem limites, que ela não pode tudo. É aí que começa o estresse, pois a criança resiste. Eu procuro conversar bastante, mas infelizmente, nem sempre isso adianta. Tento enrolar brincando pra ver se me obedece mas Melissa é teimosa. Não gosto de brigar com ela, detesto bater, mas essas crianças nos testam pra ver até onde podem abusar da nossa paciência...
No LO: Kit Simply Sweet by CarolaClaro que depois que reparei nisso fiquei com a idéia fixa de montar um LO mostrando tal semelhança. Mas juro que não prendo os cabelos dela tentando fazer com que ela fique parecida com ninguém.
Respondendo ao comentário da Akemi, sim eu uso o blog pra desabafar, posso parecer carrasca, intransigente e mãe desnaturada, mas descobri que nem tudo são flores quando se cria uma criança. Amor apenas não basta. Amo demais minha filha, mas ter paciência com as malcriações e birras dela é outra estória. Encontrar a melhor forma de fazer uma criança de 1 ano e meio entender o que é perigoso, o que é feio, o que não pode, é um caminho árduo e muitas vezes inglório. Sou a grande castradora do pedaço e estou aprendendo que amar não é ser permissiva. Existe uma linha tênue que divide tolerância de indiferença que eu ainda peno pra conseguir enxergar.
Uma vez li um relato muito interessante na revista Seleções. Foi no Brasil. A pessoa que relatou estava na fila de um super mercado, que estava lotado por sinal. Todo mundo já impaciente, claro. Tinha uma menina que pegava as compras do carrinho dos outros e colocava em outros carrinhos, pegava produtos das prateleiras e colocava nos carrinhos de todo mundo, às vezes pegava os carrinhos e levava pra longe... Todo mundo fazia cara de impaciente e olhava para a mãe esperando que ela tomasse alguma atitude. Nada. Até que uma hora foi pegar o carrinho de uma mulher que a repreendeu e falou: "Não faça isso menina!"
A mãe foi tomar satisfações indignada:" Não fale assim com ela. Nós estamos criando-a com muita liberdade." A mulher ficou envergonhada e abaixou a cabeça. Claro que a menina continuou fazendo as brincadeiras sem graça dela.
Até que uma hora foi mexer no carrinho de um senhor de uns 60 anos. Ele não falou nada, apenas pegou uma garrafa d'água, abriu e jogou na cabeça da menina quando ela foi pegar o carrinho. Obviamente a menina chorou e mãe foi correndo: "O que o senhor pensa que está fazendo?"
E ele respondeu: "Porque não posso fazer isso? Meus pais me criaram com muita liberdade."
Acho importantíssimo ensinar a criança que existem limites, que ela não pode tudo. É aí que começa o estresse, pois a criança resiste. Eu procuro conversar bastante, mas infelizmente, nem sempre isso adianta. Tento enrolar brincando pra ver se me obedece mas Melissa é teimosa. Não gosto de brigar com ela, detesto bater, mas essas crianças nos testam pra ver até onde podem abusar da nossa paciência...
Fonts Austins Hand Regular and Arial Black