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"Arte" culinária

>> domingo, 26 de dezembro de 2010

Quer coisa melhor do que enfeites comestíveis?

Centro de mesa
Yule log salgado
Apesar do trabalhão que me deu, achei que valeu super a pena.  Gostei do resultado e percebi uma coisa que não queria admitir: não sei trabalhar com chocolate, preciso treinar mais XD

Mas fez sucesso na nossa festinha e isso pra mim já foi mais do que gratificante ^^

E se ficou alguma dúvida, são inteiramente comestíveis, bolas e velas de bolo, bonecos, fitas e azevinhos de doce de leite em pó e Papai Noel de morango.

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Natal

>> sexta-feira, 24 de dezembro de 2010



- Mamãe, Natal é dia 25.

- Isso filha, sábado é Natal.

- Melissa vai ganhar presente?

- Vai sim.  Melissa e Karina vão ganhar presentes.

- Natal é aniversário?

- Natal é aniversário de Jesus.

- Cadê de Jesus?

- De Jesus?

- É! De Jesus. Cadê Terezinha de Jesus?

...

Como acontece há anos, o Helio está de yakin na noite de Natal T.T Mas pelo menos esse ano cai num sábado e ele poderá passar o dia inteiro com as meninas.  Não terá ceia como sempre, mas pelo menos nos reuniremos amanhã com a família para passarmos juntos.  Melissa está ansiosa para ver o presente que o Papai Noel vai  trazer (isso ela consegue entender >.<).  Pretendo por cedo na cama pra poder terminar de fazer as coisas para amanhã.

Levei 3 dias para conseguir acabar o "bolo", e só posso dizer que era bem mais bonito e fácil de fazer na minha cabeça do que com as mãos >.<  Apesar de não ter ficado como eu idealizei, fiquei satisfeita com o resultado.  Não vou mostrar agora porque ele está desmontado, depois tiro fotos e mostro minha "arte" rssss....

Só uma coisa me deixa triste.  Meu sobrinho está internado desde quarta.  O pior é que foi por negligência do médico que foi incapaz de diagnosticar o RS vírus e deixou agravar os sintomas.  Passarão o Natal no hospital +_+

Lembrei de quando Karina foi internada no começo do ano.  Ns época cheguei a fazer um post que o Blogger fez a gentileza de apagar metade sem salvar.  A metade salva ainda está nos rascunhos e serve como uma anotação pessoal, apenas para que eu não me esqueça do pesadelo que foi.  Dêem  graças por terem sido poupados dos detalhes XD

Espero que ele melhore logo e tenha alta o mais rápido possível.  Estão em um quarto coletivo e a cunhadinha grávida e exposta a uma infinidade de vírus e bactérias não é um quadro promissor.  Mas ele sempre foi saudável, tenho certeza que reagirá bem ao tratamento.  Oremos.

E a todos os leitores, um Feliz Natal! E com viagem programada no feriadão não sei se terei tempo de voltar a blogar, então já deixo aqui um Feliz Ano Novo também ^^

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Borboletas

>> sábado, 18 de dezembro de 2010


Acho que, como eu, muitas pessoas que conheço estão seguindo a novela da Yuri no blog dela.  Acho TÃO gostoso essa fase de sentir tremedeiras quando se encontra certa pessoa.  A fase da paquera, do "será que ele sente o mesmo que eu?".  A fase da conquista.

Me fez voltar uns 8 anos.  Depois do término de um 'casamento' de quase 14 anos, conheci um rapaz, 7 anos mais novo que eu.

Como é do meu feitio, entrei de cabeça.  Apaixonada, ignorei o fato de que ele nada me prometeu. Ignorei que ele é muito diferente de mim. Ignorei que ele tinha uma pendência com a "ex".

Tipo assim, eles não chegaram a terminar o namoro de 5 anos, mas problemas a fizeram ir para o Brasil e, chegando lá, mais problemas a impediram de voltar pra cá.  Ele aqui, sem intenção de ir embora tão cedo pois tinha planos de abrir um negócio e precisava ficar mais. Mas o irmão dela era sócio dele e por isso não tinham como romperem totalmente, mesmo que o namoro miasse.  Ainda existia um elo muito forte entre eles, mesmo com a quase certeza  de que não iriam mais ficar juntos.

Foi nesse contexto que eu entrei na história.  Estava carente, ele também.  Nos conhecemos em um chat e depois de teclarmos algumas vezes, trocamos email, telefone, msn e por aí vai.

Ele foi o principal motivo por eu não ter sucumbido na hora que me vi sozinha.  Me deu um motivo pra seguir em frente.  Me fez perceber que não estava morta como estava me sentindo.  Me fez perceber que eu podia sentir de novo o coração bater forte a cada meru (SMS?) que ele me mandava.  Levantou minha auto-estima quando me achava mais bonita do que a Jade (passava O Clone na época =P, noveleira é foda).  Me fez perceber que eu ainda era capaz de despertar o interesse dos homens.

Aconteceu tudo muito rápido.  Meu 'casamento' acabou oficialmente em fevereiro.  Em março eu o conheci.  Em abril ele veio em casa me conhecer (morávamos longe, eu em Gunma e ele em Aichi).  Em maio fugi me mudei pra Shiga e o namoro começou realmente.

Estávamos super bem até que de repente a ex dele resolve voltar pra ficar 1 ou 2 meses porque não aguentava a saudade.  Só que ela não foi mais embora e eu dancei.

E não, ele não ficou com as duas.  Foi sincero e terminou comigo na hora que ela avisou que voltaria.  Nos encontramos depois do 'término' por insistência minha.  E não tenho orgulho em dizer, mas na época teria aceitado ser a outra u.u  Não nos encontramos mais depois que ela voltou.  Mas continuamos amigos, claro.  Ainda trocávamos meru, telefone e ocasionalmente teclávamos pelo msn.

Foi nesse tempo que o Helio entrou na minha vida.  8 anos mais novo, eu o conheci no final de  junho.  Lembro que era um pouco antes da copa.  Também foi em um chat =P

Ele era uma pessoa divertida e me fazia rir, deixava desabafar minha dor de cotovelo, me fazia bem teclar com ele.   Mesmo esquema, trocamos email, msn, telefone, etc.  Em outubro ele foi me conhecer e em dezembro eu já tinha me mudado pra Gotemba.

Sim, eu ainda pensava no outro.  O Helio sempre soube disso, mas aos poucos ele foi me conquistando.  Já estava completamente apaixonada quando em fevereiro me descobri grávida de 1 mês.

Aconteceu tudo muito rápido.  Não tive tempo nem pra respirar, quanto mais pra pensar no rumo que minha vida tinha tomado.  Mas paguei pra ver e aqui estou eu, Rainha do Lar, com marido, duas filhas e uma casa pra cuidar (até rimou rsss).  Jamais me arrependi.  Mesmo sem nunca ter aspirado ao título de Amélia, nunca fui tão feliz em minha vida.

Depois que eu já havia perdido o bebê, depois que fomos morar juntos, depois que minha vida tinha entrado nos eixos, soube que ele (o ex) foi chifrado, chutado e... roubado Ô.Ô

Eu o amei, como amei poucos dos muitos namorados que tive.  E sempre desejei que ele fosse feliz, por isso saí de cena e respeitei.  Mas sou humana, porra.  Mesmo me sentindo horrível e mesquinha, não consegui conter o sentimento de "agora estou vingada" quando ele me contou.

Não procurei por nenhum desses relacionamentos.  Conheci muita gente nos chats.  Amigos e amigas queridas.  Gente que flertou no começo e depois virou meu irmão.  Gente que por não me conhecer pessoalmente eu tinha a liberdade de falar qualquer merda que quisesse.  Gente que me conheceu como poucos que convivem comigo conseguiram me conhecer.  Amizades que mantenho até hoje, inclusive o ex.

O que tem que acontecer sempre acontece, de um jeito ou de outro.  Eu e o Helio nascemos na mesma maternidade, fomos registrados no mesmo cartório, frequentávamos os mesmo lugares, óbviamente em épocas diferentes XD  Mas precisei de um relacionamento que me trouxesse ao Japão para que aos 34 anos eu pudesse encontrá-lo.

Jamais somos vítimas nas mãos do destino. Sempre temos escolhas, nossa vida é feita das decisões que tomamos, cada gesto, cada pequena resolução ajuda a traçar o caminho que seguimos.  Nem tudo o que desejamos é o melhor pra gente, mas só podemos perceber isso depois que a poeira baixa.  E que venham muitas borboletas coloridas ^.-


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Pobre Rena

>> sexta-feira, 17 de dezembro de 2010


Voltando pra casa e vendo as decorações de Natal.

- Olha lá, o veado se mexe!

Esse é o Helio apontando para essas renas feitas de luzes (lâmpadas).   Melissa olhou e foi rápida no gatilho.

- Tyrone está mexendo a cabeça.

...

Abstenho-me de tecer comentários ¬¬"

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Pedido

>> quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

- Hei, dá um tempo com esses pães, bolos, pizzas, pastéis e doces.  Só engordo e não consigo emagrecer.

- Ué, basta não comer.

- Hahaha, até a parece.

Pedido de marido deve ser respeitado, mas não cozinho só para ele.  Tem as meninas que gostam e não engordam.

Sinto informar, mas a cozinha é o meu escritório e não pretendo mudar por enquanto =P

Não me ofendi, óbvio.  Fiquei feliz pelo companheiro gostar das coisinhas que preparo ^^

E, em tempo, ele é magro, não entendo porque está tão preocupado em emagrecer. Adoro sua barriguinha saliente.  Bom, pra falar a verdae, gosto de todas as suas saliências XD

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Notícias bizarras e 'otras cositas'

>> quarta-feira, 15 de dezembro de 2010


Não tem como uma notícia com esse título passar despercebida, não?  Eu tenho outras técnicas pra "madurar" bananas XD

Mas falando em Mozart, esses dias reassisti Amadeus e fiquei com vontade de ouvir Mozart.  E lá fui eu caçar aquele CD.  Na hora que começou a tocar Melissa veio correndo.

- Essa é a música da meiazinha boba.

Passei pra próxima.

- Essa é dos meus balões.

Próxima.

- Meu amigo o trenzinho vermelho.

Beethoven.

- Onegaiwo kiitene, watashino onegai (cante no ritmo de Für Elise).

Como espectadora de Mini Einstein ela se familiariza com o mundo das músicas eruditas.  Achei minha bebê de 5 anos muito culta.  Ela até sabe quem foi George Bizet Ô.Ô  E eu continuo morrendo de orgulho da minha nerdinha XD

Essa semana foi punk, as meninas com febre do nada e eu com os cabelos cada vez mais brancos por não ser capaz de evitar que adoeçam.  Graças a Deus elas estão bem.  Esse tempo doido não ajuda em nada =/

Mudando de assunto novamente, essa manhã recebi um telefonema de uma pessoa muito querida que não vejo há algum tempo.

- Oiiii! Só estou ligando pra avisar que estamos chegando em Narita daqui a pouco. Estamos indo pro Peru.

...

A boa notícia (pra mim, óbvio) é que é apenas um passeio e vão voltar no começo do ano.  Que a estada em terras mais quentes seja bem proveitosa então.  Morri de inveja.

Aliás, só não fiquei com mais inveja porque meus pais e sobrinhos vem pra cá no final do ano.  Finalmente meu pai vai conhecer o genro e as netas.  Pena que o Helio vai ter que trabalhar.  Mas chegará o dia que ficaremos ricos o suficiente pra ele poder parar na fábrica.

Esperança é a última que morre e nossos esforços TEM que ser recompensados ^^

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Presentinho

>> sábado, 11 de dezembro de 2010

Ganhei um selinho fofo, brigadão Lia >^.^<


Regras do selinho

1- Adicionar o selinho no blog.
2- Colocar uma frase ou pensamento que gosta.
3- Enviar para mais 4 pessoas queridas e avisá-las para pegar o selinho.
A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto.
Francis Bacon
Envio o presentinho para:
  1. Hidemi
  2. Yuri
  3. Xande
  4. Kiyomi
Ai, só 4 pessoas é muito pouco, não? =P




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Espítulo

>> terça-feira, 30 de novembro de 2010

Sempre orei com as meninas.  Desde quando elas nem falavam ou tinham consciência do que acontecia.  Ensinei o sinal da cruz e a Oração do Anjo da Guarda (por ser bem curtinha =P).

Melissa faz tudo direitinha, claro, por ser maior e já ter decorado a curta prece.  Karina há muito sabe fazer os gestos certinho e era a coisa mais fofa do mundo aquele pinguinho de gente com as mãozinhas cruzadas olhando pra mim enquanto eu orava por ela.

Agora maiorzinha, já sabendo falar, ela reza sozinha.

(Sinal da Cruz)

- Pai, Fíiiu (em falsete), Espítulo Santo, Amém!

Está evoluindo, até semana passada ainda era Pipito Santo XD  E meu coração de mãe se enche de orgulho ^^

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O direito de sofrer

>> terça-feira, 16 de novembro de 2010


Clichês. Mesmo sabendo que não surtem efeito algum, frases clichês são a única coisa que as pessoas têm a nos oferecer quando demonstramos estar sofrendo por alguma coisa.

"Levanta a cabeça e segue em frente"

"Vai, você é forte, aguenta o tranco."

"Ah, se ele te deixou é porque não te merecia." ou o clássico "Você vai encontrar alguém melhor".

"Foi melhor assim, agora não sofre mais em um corpo doente."

"Deus fecha uma porta mas abre uma janela." (Essa é de matar)

Quantas vezes não ouvimos isso? Pior, quantas vezes não repetimos isso a diversas pessoas?

Algumas pessoas agem como se essas frases clichês fossem a solução para acabar com a dor que por vezes nos dilacera.

Uma vez, depois de terminar um namoro, fui procurar uma prima e pedi um abraço. Ela me deu um abraço rápido, secou minhas lágrimas e "tentou" me por pra cima.

Me falou frases clichês e me levou pra sair, arejar a cabeça disse ela.  Me mostrou carinhas que estavam interessados em mim e me levou pra fazer compras.  Se esforçou bastante pra me animar.  Mas é claro, não conseguiu.  Porque tudo o que eu queria naquele momento era um abraço e o direito de poder chorar até me acabar.  Tenho certeza que me aliviaria muito mais do que ouvir palavras vazias.

Por que será que as pessoas tem tanta dificuldade em nos deixar usufruir o direito de sofrer como se o mundo estivesse acabando ao nosso redor?

Não importa o quão insignificante possa parecer o sofrimento alheio aos seus olhos.  O sofrimento faz parte da vida.  Não deve ser superestimado tampouco deve ser menosprezado.  Deve ser sentido, enfrentado e superado.  Acredito que só assim seremos capazes de seguir em frente.

Minha filha chora a cada dente que cai.  Então ela ganha colo, abraço, beijo e um doce da fada dos dentes.  Nenhuma dor é boba pra quem o está sentindo.  Não naquele momento.  E se conseguir completar a maratona sentir>enfrentar>superar, pode talvez algum dia olhar pra trás e até rir com a situação.

...

Post estranho, como se eu estivesse sofrendo agora.  Apenas tive vontade de escrever a minha opinião sobre o assunto =P

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Brigas

>> quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Karina no colo do pai na cozinha.  Melissa se diverte irritando a irmã.  Vem com um sorriso pentelho estampado no rosto cutucar os braços ou as pernas só pra ouvir Karina gritar.

E essa menina grita, e muito.  Com pulmões poderosos, ela grita sem parar, um grito bem alto irritado e irritante.

No final, não precisa nem ser tocada mais pra começar a gritar.  Melissa vai chegando sorrateiramente com o sorrisinho nos lábios e Karina grita:

- NÃAAAAAO.

Depois da repetição da mesma cena umas quinhentas vezes seguidas a gente nem presta mais atenção à barulheira, mas eis que surge uma frase nova no meio.

NÃAAAAAAAO! Vai pa sala filha!

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Alfabetizando

>> quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Melissa já lê e escreve bastante coisas.  Reconhece letras maiúsculas e minúsculas e se diverte escrevendo na lousinha que ganhou no aniversário.

O problema é ela não querer escrever palavras simples para ir aprendendo as sílabas devagar.  Tipo: dado, sapo, pato, sapato, rato, dedo. Ela quer se aventurar com cachorro, laranja, astronauta, hospital, anpanman, caminhão.  No começo eu dizia que não sabia escrever por não saber como explicar a ela porque se usa rro, porque o ra na laranja não é , e como explicar o tro, nho, nhão, n ou l?  Com 5 anos, acho que seria informação demais pra cabecinha dela.  Mas ela não se conforma quando falamos que não sabemos e insiste tanto que acaba vencendo pelo cansaço.

A solução foi apenas soletrar as sílabas 'difíceis' para que ela se acostume com a grafia certa sem se preocupar com regras gramaticais.

Sempre fui boa aluna e tirava notas altas em português.  Mas hoje percebo como a gramática é sem sentido.  Por que tem que ter o ch se existe o x?  Por que quando Melissa escreve que mamãe está bebendo XÁ, não posso considerar isso certo? Por que caxoro tem que ser cachorro? Por que não pode ser ospitau ao invés de hospital?

Tá, que eu entendo que seria super esquisito se mudasse a grafia das palavras agora, já basta a mudança nas regras gramaticais que ainda não me acostumei, mas tem tanta coisa desnecessária na língua portuguesa, tudo só para complicar a vida dos estudantes.

Com o tempo espero poder explicar as regras de uma forma que ela consiga entender, por enquanto Melissa vai decorando certo e eu sinto um orgulho danado por ela com 5 anos já conseguir ler e escrever ^^

Nerdzinha XD

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Difícil explicar

>> terça-feira, 9 de novembro de 2010

Melissa olhando o armário de pomadas.

- Esse é cola?

- Não, esse é remédio da Karina.

- Remédio da Karina? E esse é cola?

- Não, esse remédio do papai.

- E esse é cola?

- Não esse também e remédio da Karina.

- E esse é cola?

- Não, esse é remédio da mamãe.

- Esse remédio da Karina, esse também da Karina, esse do papai e esse da mamãe... Cadê remédio da Melissa?

- Melissa é forte, não tem remédio.

- Melissa é forte? Por que Melissa é forte?

- Não sei, mas mamãe agradece Papai do Céu todos os dias por você ter bastante saúde.

- Papai do Céu? Cadê Papai do Céu?

- Papai do Céu tá no céu.

- No céu? Lá em cima?

- É, lá em cima.

- No espaço?

- Não, no espaço, não. No céu.

- Onde fica céu? Lá em cima? - apontando pro alto pela janela.

- Isso, o céu fica lá em cima.

- Onde fica espaço? Lá em cima? - continua apontando para o alto pela janela.

- É, o espaço fica lá em cima também. Além do céu.

- Alenducé? O que é alenducé?

- Além do céu, Melissa. Depois do céu. No céu ficam as nuvens, os passarinhos, os balões, os aviões e helicópteros. Depois, longe, lá longe fica o espaço, onde tem estrelas, lua, sol e onde você leva o foguete e a nave espacial.

- Espaço fica longe? Céu é perto da Melissa? Papai do Céu está no avião?

- Não, Papai do Céu não tá no avião, tá no céu.

- Lá em cima, lá longe, no céu, Papai do Céu está na nave espacial, no espaço?

- Ah filha, Papai do Céu não tá na nave espacial. Tá lá em cima no céu.

- Lá em cima, no espaço?

- É, lá em cima no espaço.

- Nãaaaaaao. Papai está lá dormindo lá em cima porque papai shigoto (trabalha) de noite.  Melissa e Karina não pode gritar porque papai tem que descansar.  Papai está na cama, não está no espaço.

- É papai da Melissa tá dormindo na cama agora, mas Papai do Céu tá lá em cima no céu olhando por todo mundo.

- Papai do Céu é papai da mamãe?

- Papai da mamãe tá no Brasil, Papai do Céu é papai de todo mundo.  Papai da mamãe, papai do papai, papai da Melissa, papai da Karina.

- Papai do Matheus também?

- É, é papai do Matheus também.

- É papai do Guilherme também?

- É, é papai do Guilherme também. É papai de todo mundo.

- Nãaaaao.  Papai do Matheus é o Tio Kito e papai do Guilherme é Tio Newton. Papai da Melissa e da Karina é papai, papai é Tio Helio do Matheus e do Guilherme. Papai é da mamãe, papai da mamãe não está no Brasil, papai está dormindo lá em cima porque shigoto de noite.

Desisti.

- Tá bom, filha.  Papai tá dormindo lá em cima.  Vamos sair pra papai poder descansar bem?

Nunca imaginei que uma observação tão insignificante fosse se estender tanto, mas acabei pedindo água.  Agora que ela entendeu que Papai Noel não é jichan (vovô) vou dar mais um tempinho pra explicar quem é Papai do Céu.  Por enquanto estou tentando explicar quem foi Jesus Cristo =P

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Óunnn

>> quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ultimamente Melissa incorporou o papel de "irmã mais velha".  Além de sentir um prazer inexplicável em irritar a Karina, denunciado pelo sorrisinho mal disfarçado dela quando a irmã chora, agora quer "cuidar" também.

Os doces e salgadinhos ela sempre dividiu sem problemas mas não gostava de pegar água, por exemplo.

Hoje foi dar Yakult.  Ficou um tempão até conseguir abrir porque a tampinha rasgava toda vez que ela puxava.  O engraçado é que Karina espera pacientemente até Melissa concluir a operação.

Até aqui a mãe babona acha tudo isso muito fofo, mas Melissa coroou o ato soltando um:

- Prontinho! Aqui está, amigão.

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Faça você mesmo

>> sábado, 30 de outubro de 2010

Com essa chuva constante não tenho como fazer minhas caminhadas matutinas essa semana então o jeito é usar os DVDs do Billy Blanks que ganhei do meu irmão.

É puxado e não aguento fazer tudo do jeito que ele mostra, mas percebo que aos poucos sinto menos dores e acompanho melhor agora.

No DVD ele usa um tal de Billyband, que nada mais é do que um elasticão.  Fui pesquisar pra ver o preço e se acharia fácil por aqui.  Na maioria dos sites está esgotado e onde ainda se pode comprar é muito caro >:-/  Aqui custa ¥3900 e fuçando no Amazon encontrei um parecido que está numa super promoção, com desconto de 84% dá pra comprar por ¥979.  Nem vi quanto cobram de frete.

Resolvi fazer eu mesma. O acabamento obviamente não fica muito bonito mas me custou apenas ¥315.  Acho que vale a pena, uma vez que ninguém vai me ver usando mesmo (faço meus exercícios sozinha =P).  Comprei tudo no ¥100 shop.




Não encontrei dois elásticos retos pretos e o meu par acabou colorido =( Mas como eu já disse, isso não é problema porque ninguém me vê usando-os XD

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Reciclagem

>> sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Não lembro onde vi, acho que foi em um blog japonês, wathever, o importante é que eu achei super interessante, resolvi testar e divulgar. E deixo aqui registrado que apesar de original a ideia não é minha e quem souber a autoria é só falar que eu credito com muito prazer ^^.

Achei muito útil pra fechar os sacos de farinhas e grãos.  Funciona muito melhor do que os clipes, pregadores ou os "fechadores" de pacotes.



Acho que as imagens são auto-explicativas, né ^^

Ah... Depois de cortar a tampa eu passo a chama do isqueiro (no fogão derreteu demais) nas bordas para dar uma arredondada, assim não tem o perigo de cortar as mãos ^.-

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Super Melissa

>> quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Cena

Karina está prestes a chorar novamente (ela chora o dia inteiro por qualquer coisa).

Melissa vem correndo e abraça a irmã:

- Não se preocupe, Karina. Melissa está aqui. Eu salvo você!

...

É por essas coisas que vale a pena prestar atenção no universo que elas vivem ^^

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Criptografia

>> quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Apesar de sempre falar apenas do rico vocabulário da Melissa, Karina também tem seu repertório indecifrável para quem não está acostumada a ouví-la falar, isto é, todo mundo que não more nesta casa >.<

Karina não fala com quem não é da família.  Tanto que meu cunhado, que encontramos quase que semanalmente, achou muito engraçado quando a ouviu cantar dentro do carro.

No momento só me lembro de duas palavras que na minha opinião ela pronuncia de forma muito engraçada. Vou revisar os vídeos, porque com certeza eu registrei cada palavra errada que ela já tentou falar até hoje =P

Telelha = Pentelha
Tokotono = Triângulo

Ah, e ela também não consegue falar Karina e se chama de Akina.  Exatamente da mesma forma que Melissa a chamava quando Karina nasceu.  Achei isso muito interessante e engraçado.

Definitivamente, isso são coisas de mãe babona ^^

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Sonhos... Fantasias... Imaginação...

>> terça-feira, 26 de outubro de 2010

Final de ano começam a surgir filmes cheios de mensagens piegas, de como não devemos esquecer a criança que existe dentro de cada um, de como as crianças sabem ser felizes, de como a vida adulta cheia de responsabilidades nos tornam seres insensíveis... blá blá blá...

Na verdade assisti alguns filmes que me fizeram pensar, mas não são filmes novos, eu apenas fiquei sabendo deles agora =P  Mas gostei e conseguiram me fazer pensar.

O primeiro foi "Meu Mundo Encantado". Vi, revi, revi e revi e revi XD Achei a estória fofa, mas gostei mais por me transportar à minha infância. Lembrei de quando eu assistia "Meu Amigo, o Dragão" em um programa que passava nas tardes de sábado na Globo, a Disneylândia que, obviamente como o nome já diz, passava filmes e animações da Disney.

Depois foi a animação da Tinker Bell e finalmente ontem foi a vez de "O Fada dos Dentes".

Todos têm uma mensagem bem clara: a imaginação de uma criança não tem limites e alimentar essas fantasias é saudável, afinal todos precisamos de sonhos para sermos felizes.

Sem sonhos, sem a ambição de atingirmos determinado objetivo, o homem sequer teria saído das cavernas.  Isso faz parte do nosso crescimento.  Claro que à medida que envelhecemos nossos sonhos vão se alterando, os objetivos se transformam e evoluem (ou não =P). Aprendemos a traçar metas (ou não). E buscando realizar sonhos mais palpáveis, mais realizáveis acabamos esquecendo a capacidade que tínhamos de sonhar com fadas, dragões, com mundos mágicos...

Esqueci que achava que podia voar quando saltei do telhado com uma pena em cada mão retiradas do espanador.  Esqueci que voava no avião invisível da Mulher Maravilha, que namorava o policial Frank Poncherello e que traía o Ponch com Bo Duke XD

A fada dos dentes foi de suma importância quando o dente da Melissa caiu.  Por ter demorado muito pra cair, todo mundo ficava em cima tentando arrancar, acabou deixando a coitada com um pouco de trauma.  Chorou muito quando trouxe o dente pra mim.

Fizemos todo o ritual de deixar o dente embaixo do travesseiro pedindo pra fadinha não esquecer de passar em casa.  Deixei uma fresta da janela aberta pra facilitar sua entrada e prometemos dormir pra ela poder trabalhar sossegada.

Quando acordou ela achou um doce embaixo do travesseiro e no espelho ela viu a pontinha do novo dente em sua boca.  Isso a acalmou muito, já não fica apavorada vendo que o dente de cima está mole também.

Por isso acho importante a crença no Papai Noel.  Eu acreditei até pegar minha mãe entrando furtivamente no quarto para colocar os presentes ao pé da cama.  Sim, foi uma decepção muito grande, mas foi mágico enquanto acreditava que ele trazia os presentes que eu pedia em minhas cartas.

Esse ano pretendo montar um presépio.  Fazer os bonequinhos e ir montando aos poucos de acordo com o calendário do Advento, esse ano começa dia 28 de novembro, não?  Ano passado tentei explicar quem é Jesus e o significado do Natal, mas Melissa não entendeu nada.  Espero que montando un presépio ela consiga assimilar melhor a ideia da comemoração do aniversário.  Acho saudável que saiba que ganhará presentes do Papai Noel, mas sinceramente acho que não se entende o que é o Natal se não entender quem é Jesus.

Já vi algumas receitas fáceis de cookies pra fazer com elas.  Sim, pretendo deixar um prato de cokkies e um copo de leite perto da árvore. Não sei ainda o que vou fazer com a falta de uma chaminé, mas já sei onde pendurar as meias delas =P Oh, e claro, vou fazer um Gingerbread House, com muitas jujubas, dá um trabalhão mas acho tão fofo ^^

Nunca tinha ouvido falar na fada dos dentes quando era criança.  Nunca ganhei moedinhas em troca dos dentes caídos mas lembro de ter jogado os dentes no telhado pra dar sorte.  Assim como nunca teve caça aos ovos na Páscoa.  Aliás, nunca acreditei em Coelho da Páscoa.  Nunca entendi porque uma criatura que não bota ovos tinha que trazer alguns feitos de chocolate.  Comprávamos nos mercados e meus pais deixavam-nos escolher os maiores.  Era uma festa.

Se as meninas entenderem o nascimento de Jesus, ano que vem espero conseguir contar sobre sua morte e ressurreição.  Além de fazer uma caça aos ovos com direito a pegadas e tudo.

A Páscoa é complicada porque é perto do aniversário da Melissa.  Teve um ano que caiu no mesmo dia.  Então sempre prefiro comemorar o aniversário da magrela.  Vamos ver como fica.

O Helio acha bobagem, porque ele nunca teve a ilusão do Papai Noel, do Coelhinho da Páscoa ou da Fada dos Dentes.  Mas só existe uma época em que não é ridículo acreditar em fadas, duendes, em seres mágicos e seres bondosos.  E é tão bom ^^

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Melicês

>> segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Definitivamente Melissa merece uma língua com seu nome.  Desde que começou a querer se comunicar ela possui uma linguagem própria que até hoje eu não consegui decifrar.

Tá, a maioria das coisas são palavras que ela repete do jeito que entende.  Mas ela realmente desenvolveu o Melicês e qualquer pessoa que a conhece sabe que não é coisa de mãe babona sem noção.  Ela consegue repetir exatamente da mesma forma initeligível quando pedimos pra repetir alguma frase.

Hoje soltou num fôlego só em velocidade acelerada.

- Olha! Taketino Taca Tapa! Olha! Taketino Taca Tapa! Olha! Taketino Taca Tapa! Taketino Taca Tapa! Taketino Taca Tapa!

Nos entreolhamos sem entender e quando íamos perguntar o que era Taketino Taca Tapa ouvimos na tv:
"Agora apresentamos Valentino Troca Tapa!"

ô.Ô

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Visita desagradável

>> quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Eu a vi logo de manhã quando abri a janela para estender a roupa lá fora.  Tomando sol escondida no matagal da plantação da vizinha.

No começo fiquei na dúvida se estava enxergando direito e tive que chamar o Helio pra confirmar a desagradável visão.

Estava ali, estendida no chão, parecia uma corda, mas tenho certeza que não tem cordas naquela horta então só podia ser uma coisa.  Logo tivemos certeza quando vimos a cabeça se movendo de um lado ao outro e sua língua asquerosa saindo e entrando de sua boca, farejando o ar.  Não era muito grande, fina mas comprida cobrinha nojenta e malquista.

Fui um pouco lá em cima e resolvi tirar uma foto da danada, mas quando desci o Helio, que chegou a filmá-la, tinha jogado veneno nela quando ela entrou nos meus vasos e a espantou.

Sempre soube que tinha cobras nas plantações mas enquanto não tinha visto nenhuma estava relativamente sossegada.  Agora entro em pânico completo quando as meninas abrem a tela pra apreciar a paisagem.  Nunca gostei dos pernilongos, moscas, grilos, sapos e mariposas que entram nessas ocasiões, mas eu encho a casa de pernilongos e insetos nojentinhos se isso me garantisse uma cobrinha do lado de fora.

Não subi o vídeo da cobra porque quase tive um treco assistindo 20 segundos  dele.  DETESTO cobras e agora sabendo que o Helio pode ter indisposto uma contra nós, fico na nóia de que a asquerosa vingativa esteja à espreita para atacar quando estivermos distraídos.

Uma demora das meninas para entrar no carro e já consigo visualizá-la saindo debaixo dele e mordendo nossas pernas.

Será que existe algum repelente contra cobras para passar em volta da casa e do carro?

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Fantasias

>> quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Lembrei de um tempo em que eu acreditava em fadas.  E acreditava piamente que Peter Pan um dia entraria pela janela e me levaria para a Terra do Nunca.

As grades nas janelas jamais me preocuparam, afinal esses "detalhes" não deviam ser obstáculos para um menino que voa e não cresce nunca.

O pozinho mágico sempre achei que fosse purpurina dourada e imaginava minha mãe me fazendo limpar o chão do quarto, e eu xingando internamente porque purpurina gruda nas coisas de um jeito impossível de ser removido.  Mas mesmo sendo obrigada a limpar o rastro das fadas, se eu pudesse voar livremente para um lugar onde fosse permitido fazer qualquer coisa, já teria valido a pena.

Nunca me lembrava que tenho medo de altura e jamais desejei ser criança para sempre, eu queria crescer e rápido.

Hoje, com 154 cm de altura, digamos que não cresci muito, mas envelheci, mais rápido do que gostaria diga-se de passagem.  E vendo as meninas assistindo a  animação da fadinha, que no meu tempo se chamava Sininho e era muda, constatei feliz  que toda essa fase de inocência voltou a fazer parte do meu mundo.





Não sei até que ponto elas conseguem entender, mas acho lindo quando cantam junto e saem correndo no meio da sala com os braços abertos quando as fadinhas voam.

E nem ligo tanto assim de limpar os papéis picados que elas jogam para o alto fingindo ser o pozinho mágico.  Ainda prefiro limpar papel do que purpurina ^^

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Pirataria explícita

>> sábado, 18 de setembro de 2010

Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley) é um tipo de filme que não chama minha atenção.  Mas depois de ouvir o Nerdcast sobre a vida desses dois (Steve Jobs e Bill Gates), fiquei um pouco curiosa.

Graças a Deus, não precisei baixar nada porque achei tudo no Tubo.  Filme chaaaaato.  Mas recomendo o podcast =P

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Lerdeza

>> sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Depois de tanto tempo sem mexer no blog, vi que tinha um monte de post em rascunho que eu podia ter programado pra não deixar o coitado abandonado ¬¬

Mas agora não tenho tempo pra organizar a bagunça, vou ver se arrumo mais tarde =P

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Tremeu

Telefonema recebido na terça-feira de alguém que está em Hamamatsu:

- Menina, tremeu aí?

- Não, não senti nada. Por que, tremeu aí?

- Não, aqui não. Mas vi na  tv que tremeu em Hokkaido.

...

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Vídeos & Músicas

>> sábado, 24 de julho de 2010

Tantas e tantas vezes gosto de alguma coisa no Youtube e quero guardar pra mim.  Só pra eu poder assistir a hora que eu quero sem me preocupar se o vídeo será deletado ou não.  Era uma trabalheira baixar-converter-deletar.  Fora as vezes que simplesmente não consigo deletar o vídeo baixado (nem reiniciando o pc).

Esse dias procurando algum programa pra converter vídeos achei um que foi aprovadíssimo.  Muito simples de usar, dá pra configurar em português, é gratuito e o melhor, basta colocar o link do vídeo que ele converte em vários formatos, inclusive em mp3 (ótimo pras músicas pra Melissa).

Se quiserem experimentar o Any Video Converter, garanto que não vão se arrepender ^.-

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Banzo (ou nem tanto)

>> quarta-feira, 21 de julho de 2010

Passando por fase nostálgica. Gosto de ouvir músicas oitentistas e hoje procurando pra ouvir/curtir/relembrar achei uma que me transportou para a minha infância.


Lembrei do cidadão loiro de cabelinho tigela, calça boca de sino e sapato plataforma batendo o pé no programa Caravela da Saudade da extinta TV Tupi. Meu tio trabalhava na emissora e sua casa ficava na mesma rua do estúdio e quando íamos passear na casa dele íamos lá xeretar o programa dominical de fado português.

Tosco, mas as lembranças vieram aos borbotões na minha cabeça e não tive como conter. É... nem tudo da "minha época" era melhor.


Afffffeeeeee... o_O

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O primeiro dente

>> quinta-feira, 15 de julho de 2010

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Sempre me perguntei como Melissa ficaria banguela.  Imaginei que ia ficar com uma cara muito engraçada, mas quando caiu o dente dela achei que ela ficou mais fofa do que já é =P

É, continuo mãe babona ^^

Engraçado que o primeiro dente a cair foi exatamente o primeiro dente que nasceu.

Liguei para vários dentistas e todos fecham de quinta-feira =/ Consegui marcar hora somente para terça-feira, quero ver se ficou algum pedacinho dentro da gengiva.

Tomara que não demore pra nascer outro.  Como ela não entende que dentes caem ficou pegando o dente e pedindo pra colocar de volta na boca, tadinha.

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Estórias de brinquedos

>> terça-feira, 13 de julho de 2010


 Domingo levei Melissa pra assistir Toy Story 3 em 3D no cinema. Já estava comentando com o Helio pra levar e descobri que ia passar no cinema daqui, mas o lugar é tão pobre que não tem nem pipoca. E eu queria levá-la para um lugar mais legal. A animação estreiou sábado aqui no Japão e eu já conhecia a estória por ter lido e ouvido, pois no Brasil estreiou bem antes, né. E no sábado de manhã um programa de notícias resolveu mostrar em qual parte o Totoro aparece, fora que eu já sabia que ele aparecia várias vezes.

Fomos até o Cine Plaza do Sun to Moon em Mishima. Possui 12 salas e uma lanchonete gigantesca na entrada. Muito chique!


Infelizmente os ingressos ficaram com a Ellen e tenho certeza que ela já jogou no lixo. É besteira eu sei, mas ainda tenho a mania adolescente de guardar ingressos como lembrança. Minha agenda era lotada de papel de bala, de bombom, de folhas, de flores, de bilhetes, de um monte de quinquilharias que deixavam a coitada gorda e sem condições de fechar (eu usava um elástico para fechar e manter as coisas lá dentro). Já não possuo mais agenda, mas gosto de colocar os ingressos dos passeios das crianças nos álbuns ou scaneio e monto um scrap, acho legal essas recordações.

Quanto ao filme, não tive vontade nenhuma de assistir, mas mudei de ideia depois de ouvir o Rapaduracast sobre a trinca Toy Story, com a participação de Guilherme Briggs (o dublador de Buzz Lightyear). Atiçou mais ainda minha vontade depois de ouvir um email que eles receberam de um ouvinte.
"O Woody do seu filho é você (ou deveria ser). É você quem sempre está ali com ele, é você que o inspira, é você que o ama de forma incondicional, é você que está disposto a qualquer sacrifício para que ele seja feliz, é com você que ele quer brincar, é você que vai continuar a amá-lo mesmo que ele não esteja por perto e é você que vai precisar de toda a força e o amor do mundo para compreender que ele cresceu e que precisa continuar a sua vida."

(Victor M. Pereira)

Chorei muito no final porque sempre brinquei muito com minhas bonecas. Tinha uma Susi (a preferida) que eu costurei um monte de roupas quando criança e mesmo adolescente sempre a tirava da caixa para brincar com minhas priminhas quando elas vinham passear em casa. Abandonei tudo quando saí de casa mas antes de vir pra o Japão passei uma semana na casa dos meus pais para limpar o quarto que continuou intacto. Lembro-me da dificuldade de me desfazer do "meu Woody", minha Susi já toda descabelada e manchada, mas que me trouxe tantas alegrias na infância...


Melissa não gostou do óculos e toda hora que alguma coisa "saltava" da tela ela levantava e ficou assistindo tudo embaçado mesmo. Depois de ter acabado com a pipoca, começou a ficar entediada e já não parava mais quieta.

Fiquei com tanto medo de que ela quisesse ir ao banheiro no meio do filme e fiquei chateando a coitada pra esvaziar a bexiga antes de sentarmos. Ela não deu trabalho quanto a isso, graças a Deus mas, depois de beber um refri inteiro, EU não aguentei e acabei saindo pra procurar o banheiro ¬¬" Melissa não quis esperar sentada e saiu comigo.

Aí começa a saga. Saí pela única porta que achei no teatro, achei estranho porque tive que destrancar. Aliás, tive que destrancar mais 3 portas depois e desce escada, desce escada, acabei saindo num lugar super estranho e, claro, no andar de baixo. Antes de mais nada fui procurar um banheiro, depois de aliviada pude pensar melhor e percebi que tinha saído pela saída de emergência -_-"

Demorei um pouco no banheiro porque Melissa ficou com dor de barriga também. Perguntei e ela não quis voltar ao cinema. Liguei pra procurar o Helio, pois ele ficou passeando no depato com a Karina. Na hora que viu a irmã com uma bexiga, soltou um "Chega de Toy Story! Melissa quer bexiga!" que achei melhor não insistir e fomos procurar onde estavam distribuindo as bexigas.

Sim, fiquei um pouco frustrada por não assistir justamente o final do filme, mas isso eu resolvi assistindo na net mesmo. Até foi melhor assim, porque me livrou do vexame de chorar na frente de todo mundo =P

Na hora que fui devolver os óculos ainda perguntaram se eu queria entrar novamente mas Melissa não quis mesmo.

Chegando em casa Melissa pediu para colocar o DVD do Toy Story 1 e o Helio foi conversar com ela.

 - Melissa foi assistir Toy Story?

- É, Melissa assistiu Toy Story.

- Você gostou? Toy Story é legal?

- Nãaaaaao... Toy Story é chato!

o.O

Muito comprido para uma criança agitada como a Melissa. Melhor esperar ela crescer mais um pouquinho ^^










Para quem já assistiu e quiser saber mais curiosidades, esse blog listou algumas coisas.

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Gírias

>> sexta-feira, 11 de junho de 2010


 Gírias novas são inventadas todos os dias e conheço gente que vai incorporando quase todos que ouve por aí.  Falo algumas gírias, é óbvio, mas não vou repetindo tudo o que ouço.  Acaba dificultando os diálogos se toda vez você tem que ficar pensando o que a pessoa está tentando falar.  Em português bem claro, cansa conversar assim.

Existem expressões que ouço desde criança e até hoje não sei o significado exato.  O 'Céu de Brigadeiro' é uma delas.  Quando ouço 'brigadeiro', a primeira associação que faço é com o doce escurinho e cheinho de chocolate granulado.  Assim, inconscientemente pra mim 'Céu de Brigadeiro' era aquele céu nublado salpicado de nuvens escuras, mesmo sabendo que era o contrário.

Hoje resolvi pesquisar a origem da expressão.  Santo Google! Dãaaannn...

Brigadeiro é a patente mais alta da Aeronáutica, o equivalente ao General no Exército e ao Almirante na Marinha.  Consequentemente o Brigadeiro é um piloto de aviões.

Então 'Céu de Brigadeiro' significa céu limpo, sem nuvens, com visibilidade total, ou seja, ideal para vôos.

A expressão 'Mar de Almirante' é o equivalente para o mar calmo, sem ondas. O ideal para navegar.

Será que existe alguma expressão para o General?

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Aletria

>> quinta-feira, 10 de junho de 2010

Esses dias estava lendo um livro e um personagem diz que quer um pouco de aletria.  Fiquei sem saber o que era porque nunca ouvi essa palavra antes.  Li o livro inteiro e o maldito aletria era citado várias vezes e eu acabei deduzindo errôneamente ser uma bebida, porque bebia-se muita cerveja entre eles.

Hoje resolvi pesquisar e descobri que aletria é um doce.  E claro, fui ver os ingredientes desse doce que eu não conhecia.  A maioria começa com 150 g de aletria ou 200 g de aletria.  PQP, como vou fazer esse doce se eu não sei o que é essa porra de aletria?

Bom, talvez só eu não saiba o que é mas se tiver outras ignorantes como eu, pelas minhas pesquisas aletria é o nome árabe para o nosso tão conhecido macarrão cabelo de anjo. Ohhhhhh...

Parece um doce fácil de fazer que não vai muitos ingredientes.  Basta cozinhar o macarrão no leite com açúcar, cascas de limão e margarina. Depois juntar gemas e polvilhar canela depois de pronto.  Simples, não?  E pelo que entendi come-se quente ou morno, nenhum lugar está escrito para por na geladeira.  Whatever, vou procurar pra ver se acho esse macarrão por aqui e experimentar fazer. Depois aviso se gostei ou não ^^

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Segunda mãe

>> terça-feira, 8 de junho de 2010


Ela era alegre, uma pessoa muito divertida.  Boazinha e sempre de bom humor.  Me ensinou muitas coisas, me mostrou um mundo diferente. Tenho inúmeras lembranças, todas muito boas.  Momentos gostoso que passamos juntas ao longo da minha infância e adolescência.

Lembro de como adorava dormir em sua casa nas férias.  Lembro de como gostava de andar em seu carro quando íamos passear.  Lembro do fedor da fábrica de celulose perto de sua casa.  Lembro de uma vez que ela me levou pra fazer xixi no mato quando fomos pescar.  Essa cena me marcou porque ficamos um tempinho procurando uma moitinha pra podermos agachar e quando achamos ela me deixou ir primeiro.  Depois quando ela foi usar um bando de formigas começaram a subir em suas pernas quando ela abaixou as calças e ela saiu pulando e gritando com as calças arriadas.  Eu tinha urinado em cima de um formigueiro e não tinha visto =D

Lembro da primeira vez que comi salada de frutas com groselha, lembro dos enfeites com ovos de codorna nos pratos que ela preparava.   Lembro quando ela me levou ao Rio de Janeiro.  Lembro de muitas coisas, principalmente de como ela me fazia rir e de como ela estava sempre sorrindo.  Esse foi o legado de alegria que ela me deixou.

Sei que sofreu muito nos últimos anos por conta das várias doenças que deixaram seu corpo debilitado e sequer sei se ela tinha consciência do que lhe acontecia.  Acho que foi bom eu não ter visto nada disso pois assim a lembrança que guardo é dela forte e alegre.  E onde quer que esteja tenho certeza que agora está cercada de risos e paz.  Obrigada por ter enfeitado meu mundo!

Sei que devia parar de chorar mas a saudade dói demais...  Como diz meu primo, fomos criados como irmãos.  Eles eram minha segunda família e saber que não vou poder abraçá-la quando voltar ao Brasil dói muito.  Tenho muito ainda a aprender sobre perdas e despedidas...

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Marley e Eu

>> sexta-feira, 28 de maio de 2010

Quando li inúmeras sinopses e boas críticas fiquei morrendo de vontade de assistir ao filme.  Ainda mais porque era estrelado por Jennifer Aniston, que adoro e não é por causa de Friends, porque só comecei a assistir esse seriado esses dias.

Sinceramente, não gostei do filme =/

Depois de um tempo descobri que o filme foi baseado em um livro mas não tive vontade nenhuma de lê-lo por causa do filme.  Mas esses dias descobri que existia em audiolivro.  Que pra mim é mais fácil já que não tenho tempo pra sentar e ler.  Posso ouvir enquanto limpo a casa, passo roupas ou cozinho.  No começo foi estranho, até a cabeça se acostumar que o que estava ouvindo era um livro, posso dizer que não gostava apesar da praticidade.  Hoje eu AMO audiolivros.  Pena não entender inglês senão teria muito mais variedade pra poder ouvir.

Bem, ouvi e amei.  Ri e chorei.  Depois me vi lendo e continuei me emocionando.  Engraçado que apesar de não ter gostado do filme, não consegui desassociar a imagem de Jeniffer Aniston e Owen Wilson dos personagens principais =P

Lembrei da Dani, uma pessoa que conheci em uma comunidade no orkut.  Mandei sementes de arruda a ela e depois de um tempo meu irmão a conheceu por morarem perto.  No Golden Week desse ano eu a conheci pessoalmente, fui à sua casa e conheci sua família e seus cães. Ela tem um labrador que comeu a arruda que ela plantou.  Aliás, esse cachorro comeu metade da casinha dele, comeu a parede da entrada da casa, comeu todas as plantas de seu jardim, enfim, comeu ou destruiu muitas coisas.  Igual ao Marley, ela devia ter lido esse livro antes de resolver criar seu "destruidorzinho" (não lembro mais do nome dele -.-).

Lembrei também de alguns cachorros que tivemos em casa, um boxer chamado Max que comia de tudo e vivia vomitando as mais diversas bizarrices, desde borrachas a cascas de mamão inteiras.  Um Dogue Alemão, ou melhor, uma, porque era uma fêmea chamada Bruna Carolina e que para conseguir prendê-la meu pai chamou um pedreiro que fez um buraco na parede da garagem e construiu um cubículo de 2 m³ com grossas barras de ferro servindo de portão.  As dimensões da "casinha" deixou o pedreiro curioso pra conhecer o "cachorrinho" que era por nós criado =D

Pensando nessas lembranças tão saudáveis da minha infância e adolescência sinto um aperto no coração por ver como Melissa gosta de animais, apesar do medo que sente, e da nossa não vontade de criar algum bicho.

Voltando ao livro, eu super-recomendo sua leitura.  Garanto que vão gostar tanto quanto eu gostei.

Assisti o filme dublado aqui e audiolivro consegui aqui, amo os áudios desse site, são super baratos, em torno de ¥ 500 por download e é um preconceito ridículo achar que audiobooks são para preguiçosos.  Até concordo que não substitui o prazer de pegar o livro, poder folhear e tals, mas às vezes é a única solução que temos e, depois que se acostuma, é super prático poder carregar no ipod e poder ouvir em qualquer lugar, até no carro ^^

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Amar é...


Acho engraçado quando as pessoas vem me falar "Quando eu amo, eu amo pra valer." Principalmente quando essas pessoas acham que eu não me entrego quando estou amando.

Será que existe outra forma de amar? O amor É uma entrega: ou se ama ou não se ama.  Não se ama pela metade, isso não é amor.

Quando amo estou inteira, meu coração, minha mente, meu corpo, meu subconsciente.  Quando amo penso na pessoa amada o tempo todo e meu coração dispara.  Quando amo necessito do contato físico, um abraço, um beijo, um carinho, um afago.  Quando amo sonho constantemente com a pessoa.

E a pessoa amada, ou melhor, as pessoas amadas não significam um homem, uma paquera, um namorado, hoje em dia, meu marido.  Amo minhas filhas, meus pais, sogro (a), irmãos, cunhados (as), sobrinhos (as), família, amigos (as)... Amo incondicionalmente várias pessoas que fazem ou fizeram parte da minha vida.  Amo muitas vezes sem ser correspondida na mesma intensidade, mas isso não me importa. EU amo, ponto!

Ficar obcecada por um pessoa que não se pode ter não é amor, é doença.  Se entregar totalmente a qualquer pessoa que te dê um pouco de atenção não é amor, é carência.  Abrir mão da família pra ir atrás de alguém não é amor, é desespero.

Estou constante e intensamente apaixonada.  É o combustível para minh'alma e meu corpo.  Não sei viver de outra forma.  Mas não busco novos objetos de paixão todos os dias.  Aprendi a me re-apaixonar.  Amo cada nova gracinha de minhas filhas.  Amo cada nova decisão de meu marido.  Amo cada nova conquista de meus amigos e familiares.

Dou risada, me emociono, choro, fico revoltada, sou solidária na dor e na alegria, apenas tenho prioridades na minha vida.  Aprendi a ser menos impulsiva (mais ou menos) e mais seletiva (mais ou menos) em minhas relações.  Levei muita porrada e entendi que nem todo mundo que conheço é meu amigo.  Entendi que nem todo mundo que eu amo me quer bem também.  Aprendi a amar sem cobrar e isso não é amar menos ou me contentar com pouco.  Me lilbertei e aprendi a ser feliz.

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Rir é bom demais

>> sexta-feira, 21 de maio de 2010

Imagino que tenha começado com a versão em português da música Have You Ever Seen The Rain (Eu vi o revólver sim do Rei).  Há algum tempo atrás recebi por email o melô do Yakisoba que achei engraçado apesar de besta.  Esses dias conheci a receita do Bacalhau e ri demais.  Como queria compartilhar fui procurar no youtube e achei além dele muitas outras paródias culinárias do mesmo grupo.  São engraçadas, sim.  Bem besteirol mas ótimo pra descontrair um pouco.

Agora... o que eu achei nos vídeos relacionados que eu achei demais mesmo foi uma dupla que foi no Jô.  O vídeo é velho mas eu não conhecia e #rialto e muito.


Essa de parodiar músicas sempre existiu, eu sei. Lembro do Ney Matogrosso cantando Telma eu não sou gay (Tell me a once again). Ou o sucesso que foi Piu Piu de Marapendi cantando Eu hoje vou me dar bem (Você não soube me amar). Ou o João Penca & Seus Miquinhos Amestrados cantando um Medley da Jovem Guarda. Fico admirada com a imaginação desse povo =D

Agora vou denunciar minha idade e dizer que fiquei feliz foi de encontrar entre os relacionados uma música que AMO. Acho que foi por causa dela que aprendi a gostar de música italiana. E pela primeira vez eu vi quem canta e a sua tradução o.O

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Passional ou racional?

Adoro esses testezinhos bestas e não resisti a esse da novela Passione.  O resultado não me surpreendeu, eu já sabia que seria esse mas é sempre bom saber se podemos melhorar em alguma coisa. Como se eu acreditasse realmente nesses testes. =P


Para os curiosos como eu, faça o teste aqui.

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História entre irmãs

>> quinta-feira, 20 de maio de 2010

Estou tentando tirar as fraldas da Karina.  Por enquanto sem sucesso nenhum =/

Apesar dela avisar quando quer fazer suas necessidades para que eu a leve ao banheiro, fica ali sentada no vaso, contando, fazendo graça e rindo, mas o que tem que fazer mesmo ainda faz nas fraldas.

Hoje flagrei Melissa levando Karina ao banheiro e fiquei escondida assistindo.

Tirou a fralda (porque a calça Karina já tinha tirado) levantou a tampa do vaso, colocou o assento, sentou a irmã, Karina fez xixi, Melissa limpou, colocou a fralda novamente, Karina fechou a tampa e deu a descarga.  Lavaram as mãos, Karina fechou a porta e Melissa apagou a luz.  E voltaram pra sala pra brincar.

Onde será que estou falhando? o.O

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Em contato com a natureza

>> quarta-feira, 19 de maio de 2010


Ano passado uma pessoa que trabalha com o Helio tinha falado de um rancho que fica em Fujinomiya. Deixamos pra visitar quando estivesse mais quente e domingo resolvemos conhecer. Coordenadas, mapas, eventos, etc, consulte o site do parque: Makaino Bokujou (まかいの牧場).

É um lugar gostosinho pra passear com a criançada. De fácil acesso, pra quem vem da Tomei, desce em Fuji, pega a 139 e vai direto até lá. Nós que moramos perto fomos pelas montanhas mesmo, chegamos em 1 hora, mais perto do que pensamos. A entrada não é cara também, adultos ¥700 e crianças (a partir de 3 anos) ¥500, se imprimir este ticket ganha 10% de desconto para até 5 pessoas. Pode-se levar cachorros  (¥300) e todos os ingressos valem por 1 mês. O estacionamento é  gratuito.

Demos uma volta no ônibus-trator pra conhecer o parque e depois explorar a pé com calma. É engraçado que tem pontos de ônibus e com 1 ingresso pode-se andar uma vez em cada um dos 2 ônibus. Uma volta inteira dura 20 minutos e o motorista também é o nosso cicerone ^^ Para adultos ¥400 e crianças ¥300.


Tem um playground pra criançada, casa na árvore, redes para descansar, muitos bichos (cabras, carneiros, coelhos, cavalos, vacas, preás) que você pode alimentar com cenouras (são vendidos copinhos com vários talos por ¥100), pode andar de cavalo (caro pra caramba), tosquiar carneiro, dar mamadeira pros bezerros, alugar uma cabra pra passear com ela pelo parque, tirar leite da vaca, aprender a fazer sorvete com o leite fresquinho e, claro que não podia faltar, muitos restaurantes.

Até encontrei um amigo por lá =D


Pode fazer aula de cerâmica, modelar velas e alguns outros artesanatos que não prestei muita atenção =P Na saída é possivel comprar adubo feito com a fermentação do esterco dos animais.

É um passeio que acho que vale a pena e com certeza voltaremos outro dia com mais calma antes que vença o nosso ingresso. E da próxima vez vou preparar um bentozinho pra levar, é tudo muito caro por lá o.O  Pelo que li no site o bentou caseiro é bem-vindo mas pedem pra evitar bentou de convenience e fast foods.  Além do que o lixo deve ser levado pra casa.


Achei muito interessante esse lance de aproveitar a água da chuva para usar nos banheiros.  Tudo muito natural pensando no aquecimento global. Mas eu fiquei imaginando como deve ser terrível em dias que o parque está cheio e a água sem pressão demorando horrores até encher o tanque ¬¬

Só existe um porém. Sempre tem, né >.< O lugar fede demais. O cheiro do esterco, dos cabritos que não param de cagar bolinhas, da quantidade absurda de urina que os cavalos são capazes de armazenar e soltar de uma vez só, o cheiro dos animais, enfim... tirando a área dos restaurantes é tudo muito mal cheiroso (tem hífen?). Definitivamente não nasci pra ser fazendeira. Engraçado que quando pensei nisso logo lembrei do meu vício curado pelo FarmVille =P

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Abolição da Escravatura

>> quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão!
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...

Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!..."

Navio Negreiro - Castro Alves
Escravidão existe desde que o bicho-homem descobriu que era mais forte que o seu semelhante e poderia obrigá-lo a lhe servir.

Infelizmente não é "privilégio" dos europeus que devastaram comunidades inteiras na África e os levaram ao novo continente.

Infelizmente esses mesmos negros também possuíam escravos, outros negros, geralmente soldados derrotados em batalhas, que lhe serviam.

Infelizmente o Brasil foi o último país ocidental a manter a escravidão legalizada até 1888.

Infelizmente existem até hoje pessoas que tem coragem de submeter seus semelhantes a trabalhos escravos como se esses não fossem seres humanos.

Infelizmente algumas pessoas se sentem superiores tratando outros seres humanos como objetos sem vontade própria.

Hoje se comemora 122 anos que a Princesa Isabel promulgou a Lei Áurea.  SÓ 122 anos??? Por mais absurdo que pareça, sim.  A escravidão no Brasil é uma vergonha ainda recente.

Depois que vim morar no Japão essas datas brasileiras foram lentamente esquecidas.  Confesso que se eu estivesse trabalhando em alguma fábrica, com a correria rotineira eu teria esquecido esse ano novamente.  Não que isso faça uma diferença muito grande em minha vida.  Mas sempre que penso nos escravos sinto uma revolta incontrolável que chega a doer meu peito.

Infelizmente não podemos mudar o que já aconteceu, mas espero conseguir deixar um mundo mais humano para minhas filhas e, claro, deixar filhas mais humanas para o mundo.

Update


Descobri agora que hoje também é Dia de Nossa Senhora de Fátima e Dia do Chef de Cozinha.

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Quero ganhar um livro da Styllus.net

>> terça-feira, 11 de maio de 2010

promoção styllus e lost in japan.jpg

Todos estão cansados de saber que eu amo ler. Está agora tendo uma promoção no blog do meu amigo Alexandre, que sorteará um livro gentilmente doado pela Styllu's. Estou participando, lóooogico. 

E para garantir mais chances além de retwittar o post, estou divulgando no blog e no Orkut também =P O seguro morreu de velho, né. Espero ganhar =P

Para saber como participar, clique aqui e aproveite para ler outros posts do blog que é 10 mil ;)

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Bilíngue

>> sábado, 8 de maio de 2010

Melissa rói unha.  Até o verão passado comia até as unhas dos pés.  Não consigo fazê-la parar com essa mania.

Não quero castigar por causa disso mas, por mais que eu explique, ela não pára.  Só na hora que percebe que estamos de olho ela tira os dedos da boca e disfarça.

Durante o inverno não roeu os pés por causa das meias que usava direto e pude até cortar suas unhas, mas as mãos...  Agora vários dedos estão sangrando porque ela começou a tirar pedacinhos das pontas dos dedos por não ter mais unhas.  Uma tristeza.

O único jeito que achamos foi ficarmos de olho e chamamos a atenção quando percebemos que levou a mão na boca.  E com essa mania de misturar japonês e português às vezes acaba saindo coisas como:

- Melissa, tira o kuchi da boca!

Rimos muito =D

* Kuchi - leia-se kutí, é boca.

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Mulher submissa

>> sexta-feira, 7 de maio de 2010

Não sou submissa, muito pelo contrário, tenho um gênio bem ruinzinho e nunca fui obediente. Muita gente não consegue entender porque faço as vontades do Helio.

Obediência?  Não.  Apenas respeito.  O mesmo respeito que ele sempre teve por mim.  Mesmo que às vezes passe vontade por querer fazer ou comprar algumas coisas que o Helio não quer, eu o respeito o suficiente pra deixar pra lá.  Por que? Porque eu não trabalho fora e dependo do salário dele? É óbvio que não! Sempre trabalhei e continuo trabalhando muito. Ou alguém aí ainda duvida que cuidar de casa, administrar as economias, cuidar de duas crianças (hiper-agitadas) e "tentar" fazer um grana extra pegando encomendas (bolos, doces, salgados, convites, lembrancinhas, traduções) dá muito trabalho?

Desde que resolvemos morar juntos, muito antes de engravidar da Melissa, sempre que vamos fazer ou comprar alguma coisa consultamos o outro e só fazemos quando estamos ambos de acordo.  Mesmo hoje, quando o Helio quer comprar algo e eu acho que não precisa, ele passa vontade.  Aqui não tem essa de "Eu trabalho, então eu posso."  Aliás acho isso uma falta de respeito enorme com o parceiro.

Quando falo que nunca brigamos o comentário mais comum é "Nossa, quanto amor."  Sim, muito amor mas principalmente muito respeito.  Respeito pela opinião, pelas ideias, pelas vontades, pelas atitudes. Respeito sempre.  Não existe amor que resista à falta de respeito.  Pelo menos eu não aguentaria ficar do lado de alguém que não consigo respeitar.

Como o mundo seria melhor se todos entendessem a importância de respeitar o próximo, não?  Pra mim parece tão simples.
Esses dias vejo o mundo com uma lente tão simplista que até eu estou achando estranho.  Como é inútil essa nossa capacidade de complicar as coisas.

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